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Performance attribution: o que realmente move o resultado da carteira

Performance attribution é a tela que mostra, posição por posição, o que moveu o resultado da carteira no período — não um resumo em rentabilidade, e sim o que efetivamente pesou. É o que a sua equipe consulta antes de explicar o mês ao cliente ou ao comitê, sem remontar planilha a cada pergunta.

O que a atribuição de performance responde

Rentabilidade dá um número: quanto a carteira rendeu no período. Performance attribution dá outro: o que, dentro dela, foi responsável por esse número. Em vez de devolver uma média, a análise decompõe o resultado posição por posição, mostrando o quanto cada uma pesou no total.

Isso muda a pergunta que dá para responder. Contribuição não é rentabilidade: um ativo pode ter um retorno alto no período e ainda assim contribuir pouco para o resultado, se o peso dele na carteira for pequeno — e o inverso também acontece, um ativo de retorno modesto pode ser exatamente o que explicou o mês, porque o peso dele era grande. É essa distinção que separa uma leitura de attribution de uma leitura de rentabilidade, e é a base de tudo que vem a seguir nesta página.

A tela de Performance Attribution

Abra a aba Performance Attribution de qualquer carteira e a primeira coisa que aparece é a contribuição de cada posição para o resultado do período, ordenada do que mais ajudou ao que mais cobrou. Não é uma lista de rentabilidades soltas — é o resultado total, decomposto posição por posição.

A análise tem três visões. A de P&L mostra o resultado em valor: o quanto cada posição efetivamente somou ou tirou do resultado da carteira. A de alocação mostra como o patrimônio está distribuído entre as posições que compõem esse resultado. E a tabela detalhada traz as duas ao lado de uma terceira informação: o peso de cada posição na carteira. Com peso, contribuição e rentabilidade em valor lado a lado, dá para checar, linha por linha, por que uma posição pequena moveu tanto — ou por que uma posição grande quase não apareceu no resultado.

É a tela que substitui a pergunta genérica "como foi o mês" por uma resposta específica: o que, dentro da carteira, respondeu por esse número.

Tela de Performance Attribution com gráfico de cascata mostrando a contribuição de cada posição, agrupada por subclasse, e tabela com peso, rentabilidade em valor e contribuição por posição.

Cinco formas de olhar o mesmo período

O mesmo período de resultado pode ser cortado de cinco formas, e cada corte responde a uma pergunta diferente:

Ativo — qual posição, individualmente, mais pesou no resultado do período.
Estratégia — se a tese por trás de um grupo de posições realmente funcionou.
Subclasse — qual classe de ativo carregou o resultado da carteira.
Setor — se a concentração num segmento econômico ajudou o resultado ou cobrou dele.
Emissor — se a concentração num emissor específico ajudou o resultado ou cobrou dele.

Trocar o eixo é trocar um controle na tela, não montar uma base nova: o mesmo período pode ser lido cinco vezes, cada uma contando uma parte diferente da história. E quando "estratégia" é uma classificação criada pela própria gestora — o que costuma ser o caso —, ela também vale aqui: a mesma categoria usada para organizar a posição serve para explicar a atribuição, sem duplicar trabalho.

O período é uma escolha, não um projeto

A análise pode ser feita em períodos pré-definidos ou num intervalo livre, escolhido pela data de início e fim — e isso vale sobre todo o histórico disponível na plataforma, não só sobre os meses mais recentes.

Isso muda o custo de olhar para trás. Como o histórico completo entra na carga inicial da integração com o administrador, analisar um período longo não exige preparar nada antes — é o mesmo clique de olhar os últimos dias. Numa planilha, cada janela de análise costuma significar reconstruir a base desde o início; aqui, é uma escolha de data, feita na hora em que a pergunta aparece.

Seis formas de mostrar o mesmo número

O resultado do período pode ser lido em seis formas de gráfico, e cada uma favorece uma leitura diferente:

Cascata — o resultado montado passo a passo, posição por posição.
Barra — comparação direta da contribuição entre várias posições.
Treemap — onde está concentrado o peso da carteira, em áreas proporcionais.
Heatmap — onde está concentrado o peso e a intensidade da contribuição, numa grade de cores.
Pizza — a alocação da carteira entre as posições analisadas.
Tabela — o número exato de cada posição, para auditar o que os gráficos mostram.

Qualquer uma dessas visões pode ser maximizada na tela e baixada como imagem — o que costuma ser o destino final da análise: a carta mensal para o cliente ou o slide do comitê, montados com o gráfico que melhor conta a história daquele período, sem print de tela nem retrabalho de montagem.

Export para Excel
Histórico completo, não só o período corrente
Estado da visualização salvo na própria URL

O que esta tela não faz (e onde está o resto)

Performance attribution explica o que aconteceu dentro de uma carteira: o que cada posição fez pelo resultado do período. Ela não compara produtos entre si nem contra o mercado — essa é uma pergunta diferente, respondida numa aba vizinha da mesma interface.

Se a pergunta é "por que esse resultado aconteceu", a resposta está aqui. Se a pergunta é "qual dos meus produtos foi melhor", o caminho é comparar a rentabilidade de vários produtos — a análise fica ao lado, na mesma base de dados.

Perguntas frequentes

Não achou o que procurava? Agende uma conversa com a gente.

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Vamos ver isso com os dados da sua carteira?

Agende uma demonstração com dados do seu próprio contexto — não com um exemplo genérico — e veja a contribuição de cada posição da sua carteira, no período que você quiser.